Os Estados Unidos, um dos países-sede da próxima Copa do Mundo de 2026, projetam usar o entusiasmo de sua torcida para avançar no Grupo D, considerado um dos mais imprevisíveis da competição. O torneio, de grande relevância para o cenário esportivo global e com acompanhamento significativo no Brasil, verá os anfitriões encararem Paraguai, Austrália e Turquia em busca da classificação para as fases eliminatórias.
Contrastando com a menor efervescência de 1994, o futebol nos EUA vive um período de notável crescimento, impulsionado pelo sucesso da Major League Soccer. Sob o comando do técnico argentino Mauricio Pochettino, a seleção americana espera ter o apoio de estádios lotados. Sem uma estrela de renome mundial, a equipe deposita suas esperanças no ponta Christian Pulisic, atualmente no Milan, e no meia-atacante Gio Reyna, do Borussia Mönchengladbach, considerado o articulador do time.
O Paraguai, primeiro adversário dos americanos no grupo, fará sua nona aparição em Mundiais, após uma sólida campanha nas Eliminatórias Sul-Americanas, onde sofreu poucas derrotas. A equipe do técnico Gustavo Alfaro é reforçada por nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Gustavo Gómez e Ramón Sosa (Palmeiras), Matías Villasanti (Grêmio), Damián Bobadilla (São Paulo) e Isidro Pitta (Bragantino), que prometem dar trabalho aos anfitriões.
Completam o Grupo D a Austrália e a Turquia. Os australianos, que também garantiram vaga pelas Eliminatórias, chegam com a experiência de remanescentes da seleção que alcançou as oitavas de final na Copa do Catar em 2022, destacando-se o goleiro Mathew Ryan. Já a Turquia, que se classificou via Repescagem Europeia, participará de seu terceiro Mundial e contará com o comando do italiano Vincenzo Montella, além de talentos como os jovens Arda Güler (Real Madrid) e Kenan Yıldız (Juventus), ao lado do experiente Hakan Çalhanoğlu (Inter de Milão).



