Londrina faz história na 6ª edição do Paraná Combate, evento estadual de artes marciais, ao enviar sua maior delegação de todos os tempos. Com 248 atletas e uma comissão técnica que eleva o grupo a cerca de 300 integrantes, a cidade do Paraná busca superar o terceiro lugar geral conquistado na edição anterior. A competição, que reúne 10 modalidades de luta e mobiliza esportistas de todo o estado, teve início na quarta-feira (22) e segue até domingo (26).
O expressivo aumento no número de representantes – de 150 competidores em 2023 para os atuais 248 – é um reflexo direto do investimento anual de R$ 2,1 milhões realizado pela Fundação de Esportes de Londrina (FEL) em projetos de lutas e artes marciais. Esse montante, gerido através do Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos (Feipe), visa fomentar diversas modalidades, incluindo as do Paraná Combate, e tem impulsionado o desempenho da equipe londrinense.
A expectativa de Londrina é alta, especialmente em modalidades como o taekwondo, onde a cidade mantém uma hegemonia de títulos nas categorias adulto masculino e feminino há cinco anos. O técnico Diogo Freire projeta novas conquistas, enquanto jovens promessas como Mateus Alicio (taekwondo, 17 anos) e Camila Nishikawa (karatê, 17 anos) chegam determinados a conquistar medalhas. Londrina marca presença em nove das dez modalidades disputadas, ausentando-se apenas da capoeira, e é reconhecida pela força no karatê, conforme destaca o técnico Vinicius Figueira.
O sucesso e o desenvolvimento dos atletas são atribuídos ao suporte contínuo do programa Feipe, que abrange desde treinamentos e aquisição de equipamentos até a logística completa para a participação em competições preparatórias e no próprio Paraná Combate. Segundo Alexandre Venâncio, chefe da delegação e membro da diretoria técnica da FEL, essa estrutura permite que os competidores foquem integralmente em sua performance, buscando os melhores resultados e contribuindo para a formação esportiva no estado do Paraná.



