Há exatos dois anos, a adolescente grávida Isis Victoria Mizerski, de 17 anos, desaparecia em Tibagi, no interior do Paraná, após um encontro com o homem apontado como pai de seu bebê. A Polícia Civil concluiu por assassinato, mas a ausência do corpo e a lentidão da justiça mantêm o drama para os familiares.
A jovem foi vista pela última vez em 6 de abril, na cidade paranaense, quando saiu para se encontrar com o vigilante Marcos Vagner de Souza. Desde então, não houve mais qualquer sinal de Isis. Apesar do corpo nunca ter sido localizado, as investigações da Polícia Civil apontam para a tese de homicídio, consolidando a dor e a incerteza sobre o paradeiro da adolescente.
Marcos Vagner de Souza, principal suspeito do crime, está detido desde 2024, mas o processo ainda aguarda a definição de uma data para julgamento. O vigilante alega inocência, contudo, as provas coletadas pela equipe de investigação levaram a polícia e os familiares a acreditarem em sua responsabilidade no desaparecimento e presumível morte de Isis.
A falta de um desfecho judicial e o mistério que cerca o corpo de Isis Victoria Mizerski representam uma angústia constante para seus familiares. A família clama por respostas e justiça, enquanto a comunidade paranaense acompanha o caso, que se arrasta sem um final claro sobre o destino da jovem e de seu bebê.



