O setor do agronegócio brasileiro está em alerta constante para a preservação da produtividade das lavouras de trigo. Uma das maiores preocupações dos agricultores é a infestação pela lagarta-do-trigo, uma praga que, se não controlada adequadamente, pode causar prejuízos significativos à colheita e impactar a economia nacional. A detecção precoce e o monitoramento contínuo são estratégias fundamentais para mitigar esses riscos, assegurando a segurança alimentar e a rentabilidade do produtor em todo o Brasil.
Para garantir a eficácia do controle e a proteção das plantas, o monitoramento da lagarta-do-trigo deve ser iniciado nas fases mais precoces do desenvolvimento da cultura. A recomendação técnica é que a observação atenta se dê já no período de perfilhamento, quando as plantas começam a emitir novos caules, e se prolongue até a fase de enchimento de grãos. Este acompanhamento é vital para identificar a presença da praga e agir proativamente, antes que a infestação se estabeleça de forma irreversível.
A principal espécie responsável por esses danos nas plantações é a Pseudaletia unipuncta, cuja proliferação sem intervenção pode comprometer severamente o rendimento por hectare. Ao monitorar a lavoura desde o início do ciclo, os produtores têm a chance de implementar medidas de controle fitossanitário no momento oportuno, evitando que a população da praga atinja níveis que causem perdas irrecuperáveis na produtividade e na qualidade dos grãos de trigo, um cereal essencial para o consumo interno e exportação.
A implementação rigorosa deste protocolo de monitoramento não apenas protege as lavouras individuais, mas também contribui diretamente para a estabilidade e a robustez da produção de trigo em todo o território nacional. Trata-se de uma medida preventiva essencial que assegura a rentabilidade dos agricultores e a oferta contínua de um cereal de base para o país, destacando a relevância desta prática para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.
Fonte: https://www.agrolink.com.br



