A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) reconheceu nesta segunda-feira (13) a ocorrência de excessos e deficiências técnicas durante uma reunião do seu Conselho de Ética. O episódio, marcado por um tumulto envolvendo o deputado Chiquini, trouxe à tona questionamentos sobre a condução dos processos internos do parlamento estadual, gerando intensos debates no plenário.
Os desdobramentos da reunião do Conselho de Ética dominaram a sessão plenária, com a própria Casa admitindo fragilidades na aplicação das normas regimentais. O incidente com o parlamentar expôs uma carência técnica na gestão dos trabalhos, que deveria zelar pela lisura e imparcialidade, especialmente em discussões de tal sensibilidade e relevância para a imagem da instituição.
A admissão de falhas pela Alep sublinha a urgência de uma revisão e aprimoramento dos protocolos internos, visando fortalecer a credibilidade do Conselho de Ética e garantir a conformidade com as regras estabelecidas. A situação reforça a importância da transparência e do rigor na condução das questões éticas no legislativo do Paraná, assegurando que episódios de desorganização não comprometam o trabalho parlamentar.



