A ExpoLondrina 2026, um dos maiores eventos agropecuários e comerciais do Paraná, recebe até 19 de abril a Feira da Economia Solidária (EcoSol). Organizada pelo Programa Municipal de Economia Solidária, da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) de Londrina, a feira oferece uma vitrine valiosa para empreendedores locais e artesãos, com um foco claro na geração de renda e na promoção da inclusão social na capital do norte paranaense.
Realizada em colaboração com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), a iniciativa conta com 16 expositores, operando em um sistema de rodízio que garante a participação de quatro a cinco feirantes diariamente. Localizada na Via Rural – Smart Farm (Fazendinha) do Parque Ney Braga, a EcoSol dispõe de dois estandes principais: um dedicado ao Artesanato Indígena, apresentando produtos da Terra Indígena Apucaraninha (Tamarana), e outro do Centro Público de Economia Solidária, com uma vasta gama de itens de empreendimentos urbanos. Os estandes funcionam diariamente, adaptando os horários conforme os dias de semana e fins de semana.
Nos espaços da feira, os visitantes podem encontrar uma diversidade de produtos, desde cestarias, bolsas e biojoias confeccionadas com materiais naturais por artesãos indígenas, até necessaires, bolsas de crochê, roupas infantis, bordados, amigurumis, bijuterias e lembranças de Londrina. Um dos destaques deste ano é o notável crescimento: o número de participantes dobrou e o espaço de exposição foi ampliado em comparação com 2025, introduzindo também novidades como bolsas jeans feitas de peças reaproveitadas e itens bordados temáticos da exposição.
A presença da EcoSol na ExpoLondrina ressalta a importância de políticas públicas voltadas à inclusão social por meio do trabalho e da renda. Carolina Arfelli Bungart, gerente de Inclusão Produtiva da SMAS, enfatiza que esses espaços de comercialização e visibilidade contribuem significativamente para a autonomia econômica das famílias atendidas e para o fortalecimento da economia local de forma sustentável. O secretário municipal de Assistência Social, Claudio de Melo, complementa que a ação não só gera renda direta e visibilidade, mas também reforça a inclusão produtiva, valorizando o trabalho local e diversificando o perfil da feira para acolher a economia popular e o empreendedorismo social.



