Copacol celebra 25 anos de grupos femininos: impacto e legado

A Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol) marca um quarto de século da criação de seus Grupos Femininos. A iniciativa consolidou-se como pilar no desenvolvimento humano e social da entidade, valorizando a participação feminina no agronegócio e na gestão familiar.

Esses grupos se transformaram em espaços de troca de experiências e desenvolvimento profissional. A ação reflete ‘atualidades’ no cooperativismo, focando no empoderamento feminino e seu ‘impacto para a população’ rural.

Origem e o Papel Feminino no Agronegócio

Os Grupos Femininos da Copacol são uma idealização do diretor-presidente Valter Pitol, criados para ampliar a atuação da mulher além do lar. A ‘política’ de inclusão buscou integrar a família Copacol e reconhecer a importância feminina na propriedade e cooperativa.

A proposta inicial focou em estimular protagonismo e liderança. Encontros, cursos e palestras forneceram novos conhecimentos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida familiar e o crescimento da ‘economia’ local.

Valter Pitol destaca o orgulho pelo protagonismo feminino. “O desenvolvimento delas representa o crescimento da Copacol”, afirma, sublinhando a visão estratégica por trás das ‘decisões oficiais’ que impulsionaram os grupos.

Desenvolvimento, Conhecimento e Governança

Em duas décadas e meia, 21 grupos reuniram centenas de mulheres. Abordaram-se temas como saúde, bem-estar, gestão, finanças, cooperativismo e cidadania, fortalecendo a ‘governança’ familiar e da propriedade.

As participantes passaram a atuar ativamente nas ‘decisões oficiais’ familiares. Isso gerou propriedades mais organizadas e sustentáveis, evidenciando o ‘impacto para a população’ rural e a ‘economia’ do agronegócio.

Elizete Lunelli Dal Molin, assessora de Cooperativismo, ressalta o legado de dedicação. As mulheres, segundo ela, transformam realidades e inspiram novas gerações com sua participação ativa, construindo um futuro promissor.

O Protagonismo da Mulher na Cooperativa

Adalgisa Carvalho Costa, integrante de um Grupo Feminino em Formosa do Oeste, relata sua jornada. Antes de 2001, a mulher rural tinha participação limitada; negociações com a cooperativa eram masculinas.

Com os grupos, o cenário mudou. As mulheres ganharam acesso direto à Copacol e à diretoria, além de cursos e reuniões específicas. “Deixamos de estar apenas na propriedade e passamos a nos envolver em tudo”, afirma Adalgisa.

Essa evolução reflete uma mudança na ‘política’ interna e na ‘governança’ cooperativista. Hoje, mulheres influenciam ‘decisões oficiais’ em assembleias, comitês e negociações, impactando vida profissional e pessoal.

Celebração e Novos Desdobramentos

A Copacol celebrou os 25 anos com um evento especial, coincidindo com o Dia Internacional da Mulher. O talk show homenageou cooperadas e familiares que fortalecem a comunidade da cooperativa.

O sucesso e a longevidade dos Grupos Femininos demonstram o acerto das ‘decisões oficiais’ da Copacol. O modelo serve de exemplo, mostrando como o investimento no capital humano feminino gera retornos substanciais para a ‘economia’ e o social da região.

O contínuo fortalecimento desses grupos aponta para ‘novos desdobramentos’ na participação feminina. Espera-se que a influência das mulheres cresça ainda mais, impactando a ‘política’ e a ‘governança’ interna da cooperativa e contribuindo para o desenvolvimento regional sustentável.

Fonte: https://www.gazetaregional.com

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